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A greve continua, decide assembleia que reuniu mais de 50 mil servidores publicos paulistanos.

A greve continua, decide assembleia que reuniu mais de 50 mil servidores publicos paulistanos.

A greve continua, decide assembleia que reuniu mais de 50 mil servidores publicos paulistanos.

A greve continua, decide assembleia que reuniu mais de 50 mil servidores publicos paulistanos.
13 FEVEREIRO 2019
 
 
A queda de braço entre o tucano Bruno Covas, prefeito de São Paulo, e os trabalhadores e trabalhadoras da administração municipal ainda não terminou. Em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (13) diante da sede da Prefeitura millhares de grevistas decidiram prosseguir com a paralisação.
 
O movimento teve início no dia 4 de fevereiro e a adesão dos profissionais das diferentes categorias que compõem o funcionalismo municipal é crescente, na avaliação dos líderes sindicais. Os trabalhadores têm bons motivos para a revolta, pois o prefeito tucano se aproveitou das festas de final do ano para impor sem maior discussão, com respaldo do Legislativo, a mesma reforma da Previdência que tinha sido proposta e derrotada após muita luta durante o breve mandato do também tucano João Doria, aumentando para 14% a contribuição dos servidores, que classificam o reajuste de confisco salarial, e criando o Sampaprev, um fundo privado de aposentadoria complementar.
 
Covas pensou que a manobra não teria reação, mas seus cálculos políticos estavam equivocados. Ele mantém uma conduta considerada arrogante e intransigente, mas os grevistas, por seu turno, não parecem dispostos a recuar. Eles lutam pelo fim do Sampaprev e o cancelamento do aumento da contribuição. Querem também um reajuste geral de 10% sobre os salários para repor perdas, convocação de concursos públicos, fim das contratações precárias através de Organizações Sociais e mais investimentos públicos, sobretudo nas áreas de educação e saúde.
Fonte: CTB
 

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